Se as eleições municipais fossem hoje, os eleitores de Santo André estariam num mato sem cachorro. Mais uma vez, mostrariam insatisfação plena.
Votos brancos e nulos com certeza superariam os do vencedor capenga. Se candidato, o pipoqueiro venceria, o apiteiro venceria, o zelador do prédio venceria... o poste venceria.
Conforme pesquisa recente do Diário do Grande ABC -- considero os números mas não garanto confiabilidade -- Aidan Ravin superaria Carlos Grana com 10% de vantagem.
Surpresa? Absolutamente nenhuma. Aidan foi ruim! Grana é muito ruim! Pesquisa mostra nada mais do que a lógica. Os dois enganadores, somados, não servem para amarrar os tênis do ex-basqueteiro Celso Daniel.
Assim como quando superou Vanderley Siraque, o carismático com jeito de bonachão Aidan só aparece na frente porque seu adversário é uma decepção total como gestor público. Boa gente, dizem. Nada mais!
Sua colcha de retalhos partidária faz um governo digno de uma verdadeira colcha de retalhos. O loteamento de secretarias e cargos faz do filhote de Lula um joão-ninguém no quesito governabilidade.
Por isso, caro Aidan, estar à frente do senhor Grana não significa absolutamente nada. Se você não ganhar do Grana, não empata com ninguém. Nem com o poste!
Além do que, é bom que se diga, Aidan e Grana são sinônimos de retrocesso para o esporte andreense de tantas glórias e tradições. De zero a 10, nota três para dois inimigos do esporte. Só falta o carimbo de reprovados!
Quanto a Raimundo Salles e Paulinho Serra, viraram amiguinhos e passaram a ser farinha do mesmo saco petista. Pra quem tinha alguma esperança, pode tirar o cavalinho da chuva.
terça-feira, 3 de março de 2015
Insegurança pública
Estou de volta! Provavelmente, com assuntos recorrentes. Porém, importantes para boa parte da sociedade.
E, entre outros, um deles é segurança. Mesmo porque, voltaram a roubar estepes de carros aqui na Santo André, a rua em que estão fincados os "inúteis" postinhos do Paulinho, à espera de parquímetros.
Antes, há cerca de quatro meses, os bandidos agiam às sextas ou sábados à noite, aproveitando a distração e/ou bebedeira de clientes do Botequim Carioca, aqui na esquina.
Desta vez os gatunos estouraram os vidros do carro de um amigo em plenas 10h da manhã. Isso mesmo, dez da manhã. É o fim do mundo!
Enquanto isso ficamos a procurar a base móvel anunciada pela Secretaria de Segurança de Santo André em ocasiões especiais. Como final de ano ou vésperas de eleições. Ou a esperar pela passagem da Ronda ou de uma viatura da PM.
Achei o veículo do vendedor de cachorro-quente e um flanelinha mijando na frente da igreja, como se estivesse na própria casa. Questão de educação, berço.
Por falar em viatura, há cerca de 20 dias, por volta das 20h, vi uma entrando na garagem do Sindicato dos Rodoviários, bem aqui diante de casa.
Estranho, muito estranho, se considerarmos que tudo ali estava muito quieto, sem nenhuma ocorrência. Aí tem...
Por falar em segurança, Parque Central continua como terra de ninguém. Droga, álcool e sexo liberados a qualquer hora do dia ou da noite.
No final da tarde vale tudo junto ao campo do Independência! De manhã, principalmente de segunda e sexta, adolescentes matam aula para, literalmente, deitar e rolar no palco de shows junto a um dos lagos.
Enquanto isso, nossos guardas civis municipais -- pelo menos a maioria -- ficam encastelados na portaria principal. Acho até que deve rolar um dominó ou truquinho. Quem não joga fica ali fora, grudado no celular. Namorando ou resolvendo problemas particulares.
O nome disso, gostem ou não nossos homens públicos, é falta de comando. Independentemente do partido ou dos partidos que capitaneiam a Prefeitura de Santo André.
Por falar em segurança... outra mazela do serviço público -- PM e/ou GCM -- refere-se ao entorno de nossas escolas, hospitais, clubes, festas e outros locais, em que as pessoas precisam se ausentar por tempo maior ou estão à espera de alguém.
Exemplo de falta de comprometimento com a segurança geral acontece na região do ESI Colégio São José e outras escolas, ali próximas do Estádio Bruno Daniel.
Há alguns dias, mãe e avós foram vítimas de tentativa de assalto e sequestro a cerca de 100m do tradicional São José, onde estudam meus netos.
Com a palavra, os responsáveis. Se for conversa fiada pra boi dormir é melhor calar a boca. Com todo respeito.
E, entre outros, um deles é segurança. Mesmo porque, voltaram a roubar estepes de carros aqui na Santo André, a rua em que estão fincados os "inúteis" postinhos do Paulinho, à espera de parquímetros.
Antes, há cerca de quatro meses, os bandidos agiam às sextas ou sábados à noite, aproveitando a distração e/ou bebedeira de clientes do Botequim Carioca, aqui na esquina.
Desta vez os gatunos estouraram os vidros do carro de um amigo em plenas 10h da manhã. Isso mesmo, dez da manhã. É o fim do mundo!
Enquanto isso ficamos a procurar a base móvel anunciada pela Secretaria de Segurança de Santo André em ocasiões especiais. Como final de ano ou vésperas de eleições. Ou a esperar pela passagem da Ronda ou de uma viatura da PM.
Achei o veículo do vendedor de cachorro-quente e um flanelinha mijando na frente da igreja, como se estivesse na própria casa. Questão de educação, berço.
Por falar em viatura, há cerca de 20 dias, por volta das 20h, vi uma entrando na garagem do Sindicato dos Rodoviários, bem aqui diante de casa.
Estranho, muito estranho, se considerarmos que tudo ali estava muito quieto, sem nenhuma ocorrência. Aí tem...
Por falar em segurança, Parque Central continua como terra de ninguém. Droga, álcool e sexo liberados a qualquer hora do dia ou da noite.
No final da tarde vale tudo junto ao campo do Independência! De manhã, principalmente de segunda e sexta, adolescentes matam aula para, literalmente, deitar e rolar no palco de shows junto a um dos lagos.
Enquanto isso, nossos guardas civis municipais -- pelo menos a maioria -- ficam encastelados na portaria principal. Acho até que deve rolar um dominó ou truquinho. Quem não joga fica ali fora, grudado no celular. Namorando ou resolvendo problemas particulares.
O nome disso, gostem ou não nossos homens públicos, é falta de comando. Independentemente do partido ou dos partidos que capitaneiam a Prefeitura de Santo André.
Por falar em segurança... outra mazela do serviço público -- PM e/ou GCM -- refere-se ao entorno de nossas escolas, hospitais, clubes, festas e outros locais, em que as pessoas precisam se ausentar por tempo maior ou estão à espera de alguém.
Exemplo de falta de comprometimento com a segurança geral acontece na região do ESI Colégio São José e outras escolas, ali próximas do Estádio Bruno Daniel.
Há alguns dias, mãe e avós foram vítimas de tentativa de assalto e sequestro a cerca de 100m do tradicional São José, onde estudam meus netos.
Com a palavra, os responsáveis. Se for conversa fiada pra boi dormir é melhor calar a boca. Com todo respeito.
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Claro, sinônimo de irresponsabilidade!
Juro que não aguento mais a incompetência da Claro. Pior é que Tim, Oi e Vivo não são muito diferentes, conforme garantem meus amigos. Falta-lhes credibilidade.
Então, seria como trocar Dilma por Lula ou seis por meia dúzia. Vou continuar no prejuízo. Só por isso, até agora não efetivei a mudança de empresa prestadora de serviços de telefonia. No meu caso, um carma imprescindível chamado celular. Só não falha o débito automático.
Pior é que a gente não consegue nem ao menos reclamar com os (ir)responsáveis. Perda de tempo! Haja paciência! Primeiro que no 1052 é quase que totalmente eletrônico. Um saco! Não dá nem pra discutir.
Disque 1 para Claro Clube, novos planos ou para ganhar uma camisa do Corinthians; disque 2 para participar do sorteio de uma TV 50 polegadas, um leitão natalino ou comprar dólares carimbados por Alberto Youssef.
E não para por aí não : disque 3 em caso de roubo ou pra falar com o gerente da Claro promoções, com o Papai Noel ou com o Papa Francisco; disque 4 para ver o Barcelona de Neymar e Messi ou 5 para cancelamento de linha e/ou serviços; disque 6 para reclamação de arbitragem no Brasileiro. Se discar 7 o cliente pode ouvir, gratuitamente, os sete gols da Alemanha contra o Brasil.
Se você joga num time vermelho -- hoje, deveria ser de vergonha -- disque 8 para pegar seu mensalão ou a propina da Petrobrás. Não demora mais que 30 dias de mandato. Ou você prefere trabalhar feito um camelo para receber uma aposentadoria miserável?
Outra opção é discar 9 e aguardar para falar com um de nossos atendentes. Mas aguardar muito...
Lá vem aquela musiquinha insuportável por minutos a fio.
Por três dias seguidos, não consegui. Mais de 10 minutos de espera e a linha cai. Que coincidência, né? Cheiro de reclamação e provável cancelamento. É melhor picar a mula, deve pensar o atendente.
Ontem, faltou pouco. Fui direto no 9 e fiquei esperando por mais ou menos sete minutos. Aí a Terezinha me atendeu. Até que foi rápido! Comecei a rezar o terço de reclamações mas não passei do primeiro mistério.
Só consegui dizer que não concordava com um acréscimo de cerca de R$ 4 na minha conta sem qualquer aviso ou justificativa. De repente, em menos de 30 segundos, a ligação caiu. Adeus Terezinha! Você era minha última esperança.
Fiquei sem contestar o valor de R$ 2,29 debitado por conta de um Claro Recado que não pedi. Também não deu tempo de dizer que muitas vezes, com ambos os celulares em Santo André, o torpedo chega mais de uma hora depois. Como hoje cedo.
Outra bronca com a empresa campeã de reclamações no setor -- quase 700 mil e índice ridículo de respostas, segundo o site Reclame Aqui -- se refere ao excesso de propagandas/entulhos. Por pelo menos três vezes já solicitei o cancelamento do serviço. Não aconteceu nada!
Por onde andam os responsáveis pela Claro que não se dignam a melhorar seus serviços? Investir em peso em propagandas milionárias -- e enganosas -- com Neymar e cia parece ser mais importante do que bem servir o cliente.
E as agências reguladoras do governo, o que fazem, de fato, além de anunciar multas vultosas que provavelmente jamais são pagas? Soa como jogo de cena, já que tudo continua igual. Sempre ardendo no rabo do pobre cidadão comum. Então... reclamar com quem? Com o bispo?
Caro leitor, queira me desculpar o termo, mas acho que me enganei no título acima. A Claro não é uma decepção, não é só sinônimo de incompetência, de irresponsabilidade. Sem rodeios, até prova em contrário, a Claro é uma MERDA!
Então, seria como trocar Dilma por Lula ou seis por meia dúzia. Vou continuar no prejuízo. Só por isso, até agora não efetivei a mudança de empresa prestadora de serviços de telefonia. No meu caso, um carma imprescindível chamado celular. Só não falha o débito automático.
Pior é que a gente não consegue nem ao menos reclamar com os (ir)responsáveis. Perda de tempo! Haja paciência! Primeiro que no 1052 é quase que totalmente eletrônico. Um saco! Não dá nem pra discutir.
Disque 1 para Claro Clube, novos planos ou para ganhar uma camisa do Corinthians; disque 2 para participar do sorteio de uma TV 50 polegadas, um leitão natalino ou comprar dólares carimbados por Alberto Youssef.
E não para por aí não : disque 3 em caso de roubo ou pra falar com o gerente da Claro promoções, com o Papai Noel ou com o Papa Francisco; disque 4 para ver o Barcelona de Neymar e Messi ou 5 para cancelamento de linha e/ou serviços; disque 6 para reclamação de arbitragem no Brasileiro. Se discar 7 o cliente pode ouvir, gratuitamente, os sete gols da Alemanha contra o Brasil.
Se você joga num time vermelho -- hoje, deveria ser de vergonha -- disque 8 para pegar seu mensalão ou a propina da Petrobrás. Não demora mais que 30 dias de mandato. Ou você prefere trabalhar feito um camelo para receber uma aposentadoria miserável?
Outra opção é discar 9 e aguardar para falar com um de nossos atendentes. Mas aguardar muito...
Lá vem aquela musiquinha insuportável por minutos a fio.
Por três dias seguidos, não consegui. Mais de 10 minutos de espera e a linha cai. Que coincidência, né? Cheiro de reclamação e provável cancelamento. É melhor picar a mula, deve pensar o atendente.
Ontem, faltou pouco. Fui direto no 9 e fiquei esperando por mais ou menos sete minutos. Aí a Terezinha me atendeu. Até que foi rápido! Comecei a rezar o terço de reclamações mas não passei do primeiro mistério.
Só consegui dizer que não concordava com um acréscimo de cerca de R$ 4 na minha conta sem qualquer aviso ou justificativa. De repente, em menos de 30 segundos, a ligação caiu. Adeus Terezinha! Você era minha última esperança.
Fiquei sem contestar o valor de R$ 2,29 debitado por conta de um Claro Recado que não pedi. Também não deu tempo de dizer que muitas vezes, com ambos os celulares em Santo André, o torpedo chega mais de uma hora depois. Como hoje cedo.
Outra bronca com a empresa campeã de reclamações no setor -- quase 700 mil e índice ridículo de respostas, segundo o site Reclame Aqui -- se refere ao excesso de propagandas/entulhos. Por pelo menos três vezes já solicitei o cancelamento do serviço. Não aconteceu nada!
Por onde andam os responsáveis pela Claro que não se dignam a melhorar seus serviços? Investir em peso em propagandas milionárias -- e enganosas -- com Neymar e cia parece ser mais importante do que bem servir o cliente.
E as agências reguladoras do governo, o que fazem, de fato, além de anunciar multas vultosas que provavelmente jamais são pagas? Soa como jogo de cena, já que tudo continua igual. Sempre ardendo no rabo do pobre cidadão comum. Então... reclamar com quem? Com o bispo?
Caro leitor, queira me desculpar o termo, mas acho que me enganei no título acima. A Claro não é uma decepção, não é só sinônimo de incompetência, de irresponsabilidade. Sem rodeios, até prova em contrário, a Claro é uma MERDA!
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Diretor do DSV dá exemplo
Se em Santo André os responsáveis pelo Semasa se omitem e não respondem a simples alertas e questionamentos de seus cidadãos, o mesmo não acontece com a Prefeitura de São Paulo. Felizmente! No meu caso.
Conduta do diretor do DSV, Roberto Vitorino, foi digna de gente grande, de pessoas com caráter. E de autoridades sem a soberba característica a quem se coloca acima da lei e do bom senso.
Recebi a comunicação de duas multas indevidas. Teria trafegado em faixa exclusiva de ônibus -- na avenida Rio das Pedras, na zona leste -- quando jamais estive com meu veículo no local indicado no talonário dos agentes de trânsito.
Inicialmente, contestei a notificação dos autos de infração. Deu em nada. Multa recebida, reclamei por meio do blog. Pouco tempo depois, em contato e longa conversa com o educado, claro e prestativo diretor do DSV, recebi a garantia de que as multas seriam desconsideradas.
Dito e feito! Palavra do senhor Roberto foi cumprida na semana passada. Exceção tão rara quanto louvável em se tratando de uma autoridade de tamanha importância. Pena que não seja a regra.
Felizmente, prevaleceu o bom senso. Ninguém precisou pagar cestas básicas, conforme desafiei, mas o valor das multas foi para crianças com câncer e hepatite. Obrigado!
Conduta do diretor do DSV, Roberto Vitorino, foi digna de gente grande, de pessoas com caráter. E de autoridades sem a soberba característica a quem se coloca acima da lei e do bom senso.
Recebi a comunicação de duas multas indevidas. Teria trafegado em faixa exclusiva de ônibus -- na avenida Rio das Pedras, na zona leste -- quando jamais estive com meu veículo no local indicado no talonário dos agentes de trânsito.
Inicialmente, contestei a notificação dos autos de infração. Deu em nada. Multa recebida, reclamei por meio do blog. Pouco tempo depois, em contato e longa conversa com o educado, claro e prestativo diretor do DSV, recebi a garantia de que as multas seriam desconsideradas.
Dito e feito! Palavra do senhor Roberto foi cumprida na semana passada. Exceção tão rara quanto louvável em se tratando de uma autoridade de tamanha importância. Pena que não seja a regra.
Felizmente, prevaleceu o bom senso. Ninguém precisou pagar cestas básicas, conforme desafiei, mas o valor das multas foi para crianças com câncer e hepatite. Obrigado!
Semasa se omite e não responde
Há mais de um mês, fiz um alerta à superintendência do Semasa.
Um caminhão de lixo da Peralta faz parte da coleta noturna na Rua Alvares de Azevedo, no centro de Santo André, na contramão, sem dar a mínima para as leis de trânsito.
Diante do Colégio Singular e do Clube Primeiro de Maio, o abuso foi constatado e denunciado. Irresponsabilidade pura.
Presenciei e fiz o relato pelo blog ( Semasa na contramão), além de ligar para o Semasa no dia 21 de novembro, às 10h10min. Falei com a atendente Nanci e com a líder Luara, que ficou de me retornar via telefone ou email.
Porém, nada disso aconteceu. Tampouco uma manifestação sobre andamento de possível verificação dos fatos ou simples esclarecimento da superintendência ou da assessoria de imprensa da autarquia capitaneada por Sebastião Ney Vaz.
Mantenho o respeito pelo Ney, mas lamento a omissão de uma autarquia que deveria dar exemplo aos cidadãos.
Se bem que, em se tratando da Prefeitura de Santo André, não se pode esperar algo muito diferente. Exemplo é o caso dos postinhos do Paulinho (Serra), colocados aqui na rua Santo André.
Como a presidência do Sindicato dos Rodoviários bateu o pé e não permitiu a instalação de zona azul no "seu território", postinhos do secretário têm servido para anunciar apartamentos à venda e aulas particulares de matemática.
Parabéns, caro secretário! Continue avaliando sua performance antes de se lançar candidato a prefeito. Não se esqueça de considerar que pipocar, refugar, afinar, sem justificativa consistente, é gol contra.
Um caminhão de lixo da Peralta faz parte da coleta noturna na Rua Alvares de Azevedo, no centro de Santo André, na contramão, sem dar a mínima para as leis de trânsito.
Diante do Colégio Singular e do Clube Primeiro de Maio, o abuso foi constatado e denunciado. Irresponsabilidade pura.
Presenciei e fiz o relato pelo blog ( Semasa na contramão), além de ligar para o Semasa no dia 21 de novembro, às 10h10min. Falei com a atendente Nanci e com a líder Luara, que ficou de me retornar via telefone ou email.
Porém, nada disso aconteceu. Tampouco uma manifestação sobre andamento de possível verificação dos fatos ou simples esclarecimento da superintendência ou da assessoria de imprensa da autarquia capitaneada por Sebastião Ney Vaz.
Mantenho o respeito pelo Ney, mas lamento a omissão de uma autarquia que deveria dar exemplo aos cidadãos.
Se bem que, em se tratando da Prefeitura de Santo André, não se pode esperar algo muito diferente. Exemplo é o caso dos postinhos do Paulinho (Serra), colocados aqui na rua Santo André.
Como a presidência do Sindicato dos Rodoviários bateu o pé e não permitiu a instalação de zona azul no "seu território", postinhos do secretário têm servido para anunciar apartamentos à venda e aulas particulares de matemática.
Parabéns, caro secretário! Continue avaliando sua performance antes de se lançar candidato a prefeito. Não se esqueça de considerar que pipocar, refugar, afinar, sem justificativa consistente, é gol contra.
sábado, 20 de dezembro de 2014
Tite, Mano, Osvaldo e cia
O Corinthians errou ao demitir Tite. O Corinthians acertou ao recontratar Mano Menezes. O Corinthians errou ao demitir Mano. Mas o Corinthians acertou ao recontratar Tite.
Afinal, o Corinthians de tanta gente é assim mesmo. Uma gangorra de altos e baixos, acertos e erros. Como todos os outros grandes clubes de futebol brasileiro.
Tanto Mano quanto Tite são treinadores de respeito. Tite é mais completo e tem currículo mais qualificado. Afinal, ganhou tudo. Inclusive a Libertadores e o Mundial Interclubes.
Tite veste a camisa. Tem reações de corintiano. Tem atitudes de corintiano. Tem sangue de corintiano. Tem identificação natural com o torcedor. Empatia pura.
Saiu endeusado, mas, como Mano, também foi muito criticado quando montou um time do povo para empatar ou ficar satisfeito com 1 a 0, na marra. Pouco para o nosso perfil. Não combina. Por isso o apelido de Empatite.
Tomara que tenha mudado alguns conceitos táticos e que possíveis contratações sejam cirúrgicas. Pra depois não reclamar que não tem lateral apoiador, armador de chegada nem atacante com cheiro de gol.
Deixar Pato isolado no ataque o tempo todo foi um acinte ao bom senso futebolístico. Guerrero também andou pastando pelo isolacionismo. E agora se revela artilheiro de fato e é supervalorizado.
Um campeão mundial é sempre bem-vindo. Que tenha evoluído e seja o último a nos proporcionar joguinhos modorrentos, feios, truncados.
Medo e Corinthians é um binômio que não dá liga. Podemos até perder; faz parte. Mas perder propondo o jogo. Com arte e ousadia. Sempre. Sem covardia.
OSVALDO NO PALMEIRAS
Já torci contra o Palmeiras por causa de alguns palmeirenses muito chatos. Hoje, não mais. Especialmente porque meu neto, Victor, de sete anos, diz ser palmeirense. Como o pai, Danilo.
Não sinto felicidade alguma com as derrotas e com o momento delicado do Palmeiras. Só lamento! Lamento ver um clube com tanta história lutando e torcendo até o último minuto para não ser rebaixado.
Já pensou o Palmeiras de novo na Segundona? Não, não e não! Para um clube que já teve Ademir da Guia, Julinho Botelho, Djalma Santos, Luís Pereira, Leivinha, Servílio, Artime, Valdir, Ferrari, Gildo, Rinaldo, Alex, Leão, Dudu, Evair, Marcos, Edmundo... Não, não e não!
E nos últimos anos tem sido assim. Só sufoco. Como time pequeno. Apenas Valdívia, quando quer jogar, é pouco. Sozinho o chileno não chega a lugar nenhum. Mesmo que o bom goleiro Fernando Prass faça milagres em série.
Duro é saber, hoje, como Osvaldo Oliveira vai se virar para montar um Verdão competitivo. Como nos velhos tempos dos meus times de botão. Osvaldo é um técnico vitorioso, conhece do riscado, mas o Palmeiras não tem time nem dinheiro.
Contratar pelo menos dois/três nomes de peso seria o ideal. Quem sabe uma empresa parceira?Depender em excesso da base, neste momento, não é o caminho mais aconselhável. Mesmo porque, convenhamos, os juniores do Palmeiras não são os do Cruzeiro.
Independentemente do nível, vou torcer para o Palmeiras do Victor, do Danilo, do Cal, do Scarpin, do Juninho, do Marquinho e, como o Corinthians, de tanta gente boa.
Afinal, o Corinthians de tanta gente é assim mesmo. Uma gangorra de altos e baixos, acertos e erros. Como todos os outros grandes clubes de futebol brasileiro.
Tanto Mano quanto Tite são treinadores de respeito. Tite é mais completo e tem currículo mais qualificado. Afinal, ganhou tudo. Inclusive a Libertadores e o Mundial Interclubes.
Tite veste a camisa. Tem reações de corintiano. Tem atitudes de corintiano. Tem sangue de corintiano. Tem identificação natural com o torcedor. Empatia pura.
Saiu endeusado, mas, como Mano, também foi muito criticado quando montou um time do povo para empatar ou ficar satisfeito com 1 a 0, na marra. Pouco para o nosso perfil. Não combina. Por isso o apelido de Empatite.
Tomara que tenha mudado alguns conceitos táticos e que possíveis contratações sejam cirúrgicas. Pra depois não reclamar que não tem lateral apoiador, armador de chegada nem atacante com cheiro de gol.
Deixar Pato isolado no ataque o tempo todo foi um acinte ao bom senso futebolístico. Guerrero também andou pastando pelo isolacionismo. E agora se revela artilheiro de fato e é supervalorizado.
Um campeão mundial é sempre bem-vindo. Que tenha evoluído e seja o último a nos proporcionar joguinhos modorrentos, feios, truncados.
Medo e Corinthians é um binômio que não dá liga. Podemos até perder; faz parte. Mas perder propondo o jogo. Com arte e ousadia. Sempre. Sem covardia.
OSVALDO NO PALMEIRAS
Já torci contra o Palmeiras por causa de alguns palmeirenses muito chatos. Hoje, não mais. Especialmente porque meu neto, Victor, de sete anos, diz ser palmeirense. Como o pai, Danilo.
Não sinto felicidade alguma com as derrotas e com o momento delicado do Palmeiras. Só lamento! Lamento ver um clube com tanta história lutando e torcendo até o último minuto para não ser rebaixado.
Já pensou o Palmeiras de novo na Segundona? Não, não e não! Para um clube que já teve Ademir da Guia, Julinho Botelho, Djalma Santos, Luís Pereira, Leivinha, Servílio, Artime, Valdir, Ferrari, Gildo, Rinaldo, Alex, Leão, Dudu, Evair, Marcos, Edmundo... Não, não e não!
E nos últimos anos tem sido assim. Só sufoco. Como time pequeno. Apenas Valdívia, quando quer jogar, é pouco. Sozinho o chileno não chega a lugar nenhum. Mesmo que o bom goleiro Fernando Prass faça milagres em série.
Duro é saber, hoje, como Osvaldo Oliveira vai se virar para montar um Verdão competitivo. Como nos velhos tempos dos meus times de botão. Osvaldo é um técnico vitorioso, conhece do riscado, mas o Palmeiras não tem time nem dinheiro.
Contratar pelo menos dois/três nomes de peso seria o ideal. Quem sabe uma empresa parceira?Depender em excesso da base, neste momento, não é o caminho mais aconselhável. Mesmo porque, convenhamos, os juniores do Palmeiras não são os do Cruzeiro.
Independentemente do nível, vou torcer para o Palmeiras do Victor, do Danilo, do Cal, do Scarpin, do Juninho, do Marquinho e, como o Corinthians, de tanta gente boa.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Nem o Papa salva. Dá Real!
Após longo e tenebroso inverno (?), cá estou. Pra dizer que nem o Papa Francisco vai conseguir salvar o seu San Lorenzo na decisão do Mundial Interclubes, sábado no Marrocos.
Meu ídolo, o Papa, pode orar para todos os santos imagináveis. Pode reunir cardeais, bispos, arcebispos, beatas e toda cia papal. Mãos postas e olhos aos céus, nada vai evitar uma varada.
Quem sabe, se conversar com Deus, aquele papinho de gente grande, bem ao pé-do-ouvido, o nosso Chico não consiga impedir um vexame histórico?
Como profissional e macaco velho, sei que não devia, mas ouso, até, desconsiderar o imponderável futebol clube; aquela famosa caixinha de surpresas.
Lamento, mas não dá. San Lorenzo é fraquinho. Ontem, em jogo de Segunda Divisão, passou da semifinal na prorrogação, com extrema dificuldade.
O Real Madrid está anos-luz à frente do campeão da Libertadores. Além de limitado, o San Lorenzo está desfalcado. Taticamente, é um time que não se impõe nem se defende tão bem.
Não lhe falta disposição. É pouco! Não tem um grande goleiro e o miolo de zaga, além de lento, tem um problema crucial: os dois zagueiros internos são canhotos.
Por isso ficam "tortos" e têm dificuldade na cobertura. Especialmente à lateral-direita. Coincidentemente, por onde passeia o hoje melhor jogador do mundo.
Meio-campo argentino também se posiciona mal e a transição do armador é lenta, além de sem criatividade. O ataque não assusta. Poder ofensivo é restrito a estocadas esporádicas.
Moral da história: o San Lorenzo de Almagro vai jogar por uma bola. Quem sabe uma falta, um escanteio ou alguma lambança de Pepe ou Iker Casillas? Só assim...
O campeão europeu é forte, intenso e objetivo. Gosto muito do futebol do Real! É feito para propor o jogo sem medo. Programado para matar. Sistema defensivo falha pouco. Meio-campo joga por música; marca e ataca com fluidez. Kross é a fera!
Ofensivamente, o Real costuma ser avassalador. Isco e Bale até ajudam a marcar, mas são muito mais atacantes de fato, ao lado de Cristiano Ronaldo e Benzemá.
Por isso o Real tem volume e conteúdo também no ataque. Verticaliza e acelera o jogo. Chega com no mínimo quatro homens capazes de fazer o gol.
Portanto, ao San Lorenzo resta marcar, correr e rezar como nunca. Pra perder de pouco e não repetir o vexame do Santos diante do Barcelona.
Meu ídolo, o Papa, pode orar para todos os santos imagináveis. Pode reunir cardeais, bispos, arcebispos, beatas e toda cia papal. Mãos postas e olhos aos céus, nada vai evitar uma varada.
Quem sabe, se conversar com Deus, aquele papinho de gente grande, bem ao pé-do-ouvido, o nosso Chico não consiga impedir um vexame histórico?
Como profissional e macaco velho, sei que não devia, mas ouso, até, desconsiderar o imponderável futebol clube; aquela famosa caixinha de surpresas.
Lamento, mas não dá. San Lorenzo é fraquinho. Ontem, em jogo de Segunda Divisão, passou da semifinal na prorrogação, com extrema dificuldade.
O Real Madrid está anos-luz à frente do campeão da Libertadores. Além de limitado, o San Lorenzo está desfalcado. Taticamente, é um time que não se impõe nem se defende tão bem.
Não lhe falta disposição. É pouco! Não tem um grande goleiro e o miolo de zaga, além de lento, tem um problema crucial: os dois zagueiros internos são canhotos.
Por isso ficam "tortos" e têm dificuldade na cobertura. Especialmente à lateral-direita. Coincidentemente, por onde passeia o hoje melhor jogador do mundo.
Meio-campo argentino também se posiciona mal e a transição do armador é lenta, além de sem criatividade. O ataque não assusta. Poder ofensivo é restrito a estocadas esporádicas.
Moral da história: o San Lorenzo de Almagro vai jogar por uma bola. Quem sabe uma falta, um escanteio ou alguma lambança de Pepe ou Iker Casillas? Só assim...
O campeão europeu é forte, intenso e objetivo. Gosto muito do futebol do Real! É feito para propor o jogo sem medo. Programado para matar. Sistema defensivo falha pouco. Meio-campo joga por música; marca e ataca com fluidez. Kross é a fera!
Ofensivamente, o Real costuma ser avassalador. Isco e Bale até ajudam a marcar, mas são muito mais atacantes de fato, ao lado de Cristiano Ronaldo e Benzemá.
Por isso o Real tem volume e conteúdo também no ataque. Verticaliza e acelera o jogo. Chega com no mínimo quatro homens capazes de fazer o gol.
Portanto, ao San Lorenzo resta marcar, correr e rezar como nunca. Pra perder de pouco e não repetir o vexame do Santos diante do Barcelona.
Assinar:
Postagens (Atom)